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A História da Redenção é muito melhor que Vingadores Ultimato

por Tiago De Moraes Kieffer

Mestre em História pela UNISINOS

Professor de História da Escola Cristã da Brasa

Professor Tiago De Moraes Kieffer

Durante essas três primeiras semanas na Escola Cristã da Brasa estamos trabalhando com temas concernentes a uma das ferramentas da Abordagem Educacional por Princípios, a Constituição de Turma. Na primeira semana aprendemos sobre o Chamado (autoridade), na segunda sobre Lei e na terceira sobre Território. Cada professor dá a ênfase desses temas na sua disciplina e depois assinamos no final a constituição com os alunos, selando um compromisso com os pontos abordados naquele documento.


Pois bem. Na disciplina de História estamos vendo a biografia de Moisés. Aprendemos sobre como todas as circunstâncias da vida daquele hebreu

criado no interior da cultura egípcia convergiram para que ele não fosse um príncipe ou mesmo um escravo, mas sim um libertador. O bebê no Nilo, o senso de justiça ante à violência egípcia contra um irmão, a necessidade de tentar unir os irmãos que brigavam, a sarça ardente e todos os feitos que Deus fez por intermédio de Moisés permitiram que o povo fosse livre novamente e se encaminhasse para a tão sonhada Terra Prometida.


Após isso, fiz um breve panorama sobre a História da Redenção e de como Deus sempre cuidou daqueles que Ele havia chamado e dado um propósito. Não me lembro quais citei especificamente nesta turma, mas falando em líderes sempre me lembro de Abraão, José, Moisés, Josué, Gideão, Davi, Neemias e, sem dúvida, o próprio Cristo.


Citando exemplos miraculosos que Deus fez na experiência desses homens, um aluno disse "parece um filme". Que interpretação magnífica! A História da Redenção, de fato, é muito maior que qualquer filme de Hollywood. O roteiro de Vingadores Ultimato fica no chinelo. Star Wars, Harry Potter, Senhor dos Anéis vira história para boi dormir. Todos os Oscar que já existiram são reduzidos a bijuteria barata.


O enredo da História da Redenção, porém, é muito mais do que "baseado em histórias reais". É a verdade pura e absoluta. O mar vermelho abriu. O povo conquistou a terra prometida. Com uma pedra Davi matou o gigante. Deus se fez literalmente homem, nasceu de uma virgem concebido pelo Espírito Santo, fez muitos milagres, expulsou demônios, ensinou sobre o seu Reino para homens, morreu (de forma literal) e ressuscitou (de forma literal também).


Que a gente seja "cinéfilo" dessa história. Que a gente seja apaixonado por esse filme. Que em 2020 a gente faça uma maratona completa dessa história. Que as palavras desses personagens inspirados por Deus e que revelaram a sua Soberania sobre os homens e sobre os poderes visíveis e invisíveis penetrem a nossa alma. Que nos sejamos cada vez mais atraídos por esse diretor perfeito: Cristo, o Filho do Deus Vivo.


The End? Não para o nosso Senhor. Com ele é sempre "to be continued", de geração em geração, pelos séculos dos séculos. A cena pós-crédito será a Igreja dizendo "Santo, Santo, Santo ao Cordeiro que vive e reina eternamente".

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